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Jornal de Santarém

2024/04/16

Marcelo Rebelo de Sousa deu aula sobre “Liberdade” em Santarém a 1200 alunos

Concelho

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, deu uma aula, no dia 12 de abril, sobre “Liberdade”, no Pavilhão Desportivo da Escola Secundária Sá da Bandeira, em Santarém.

Para além dos mil e duzentos alunos, muitos professores, auxiliares de ação educativa, Ricardo Gonçalves, Presidente do Município de Santarém, Alexandre Homem Cristo, Secretário de Estado Adjunto da Educação, João Teixeira Leite, Vice-Presidente e Vereador da Educação da Câmara de Santarém e os vereadores, Beatriz Martins, Alfredo Amante, Nuno Russo e Nuno Domingos, participaram nesta iniciativa, e ouviram de viva voz, o que foi o 25 de Abril e o que mudou no País e no Mundo, desde que Portugal vive em Democracia, faz este ano, cinquenta anos.

Natércia Maia, viúva do Capitão Salgueiro Maia, que comandou a coluna militar que saiu da Escola Prática de Cavalaria de Santarém, na madrugada de 25 de Abril de 1974 e marchou sobre Lisboa, sendo protagonista da decisiva vitória dos militares revoltosos, tornando-se o símbolo da revolução e Joaquim Correia Bernardo, homem que planeou ao detalhe a participação da Escola Prática de Cavalaria - EPC de Santarém na revolução de 25 de Abril de 1974, também participaram nesta aula que durou mais de duas horas, e em que ninguém arredou pé para ouvir Marcelo Rebelo de Sousa, de forma atenta e interessada.

Defensor de “um Portugal aberto e que aceita a diferença na religião, na política, na economia, na sociedade e no género”, Marcelo Rebelo de Sousa defendeu que “a democracia deve ser representativa” e deve ser “rejuvenescida”.

O Presidente da República falou sobre a revolução que levou à democracia e defendeu que “uma sociedade democrática admite todas as opiniões, até as opiniões contra a democracia, contra valores importantes da democracia”, mas frisou que “cabe àqueles que defendem os valores, lutarem por eles”.

Marcelo Rebelo de Sousa lembrou que «”uma sociedade tem que ter um mínimo de consenso”, e acrescentou que “a maioria dos portugueses deve estar de acordo quanto a alguns princípios fundamentais, tais como, a liberdade, independência, integração com os países de língua portuguesa, integração europeia e a relação com as comunidades espalhadas pelo mundo, entre outros” porque, “se 50 anos depois do 25 de Abril, a democracia está velha e tem coisas que precisam de ser melhoradas, o que ninguém quer é regressar à ditadura”.

 

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